VINCI Airports inaugura o voo doméstico mais longo do Brasil e aumenta frequências para Brasília a partir de Boa Vista

VINCI Airports inaugura o voo doméstico mais longo do Brasil e aumenta frequências para Brasília a partir de Boa Vista

• A inauguração da rota Boa Vista – Campinas é inédita no aeroporto;
• Rota para Brasília pela Latam aumentará frequência para 11 voos semanais.


Pela primeira vez na história, voar sem escalas do Aeroporto de Boa Vista (parte da rede VINCI Airports) para Campinas é possível para os roraimenses, por conta do trabalho conjunto entre a Azul Linhas Aéreas e o Boa Vista Airport.


A rota se tornou o voo doméstico mais longo do país, com duração aproximada de quatro horas, tendo começado na primeira semana de maio.


O voo tem frequência de quatro vezes por semana às segundas, terças, quintas e sábados, com pouso no Aeroporto da Boa Vista a 1h e saída às 2h.


Além disso, a LATAM Airlines anunciou o aumento de sua frequência para Brasília, oferecendo 11 saídas semanais, acrescentando um segundo voo a partir de setembro, decolando aos domingos, terças, quartas e quintas, às 4h40.


A CEO da VINCI Airports localizada na Amazônia brasileira, Karen Strougo, disse que “a rede mundial da VINCI Airports, somada à experiência que adquirimos do mercado local por estarmos presentes há mais de 4 anos no Brasil, nos faz entender bem a dinâmica deste mercado, seu potencial e como a mobilidade aérea é vital para a conectividade dos territórios brasileiros”.


Sobre a VINCI Airports


Como principal operadora de aeroportos privados do mundo, a VINCI Airports opera 53 aeroportos em 12 países na Europa, Ásia e Américas. Graças à sua experiência como integradora global, a VINCI Airports desenvolve, financia, constrói e opera aeroportos, fornecendo sua capacidade de investimento e habilidade para otimizar o desempenho operacional, modernizar a infraestrutura e liderar sua transição ambiental. A VINCI Airports foi a primeira operadora aeroportuário a se comprometer com uma estratégia ambiental internacional em escala internacional em 2016, para atingir emissões líquidas zero em sua rede até 2050.